PRIMEIRA GERAÇÃO

S.O.S. um ciclo d'OS POSSESSOS

 

14 a 16 ABR '16

TEATRO DA POLITÉCNICA

 

 

Acabaste de sair de um estado de suspensão temporária das funções vitais. 

Está tudo bem, mas estiveste a dormir durante muito, muito tempo. 

Os sinais vitais estão bem, a confusão que sentes faz parte do processo. 

Lentamente tudo voltará. Estamos muito satisfeitos. 

Tudo correu bem, dentro da absoluta normalidade.

 

Primeira Geração, Nuno Gonçalo Rodrigues

 

PRIMEIRA GERAÇÃO de Nuno Gonçalo Rodrigues Com Diogo Janeiro, Inês Coelho, Inês Santos, Inês Sousa, Joana Bogarim, Márcia Silva, Samuel Belchior e no coro Bárbara Ferreira, Beatriz Vidal, Cláudia Gonçalves, Gonçalo Lima, Inês de Castro e Campos, Joana Gonçalves, Lua Santos, Mara Reis Nunes, Mariana Vaz Pinto, Marta Coelho (Primeiro Acto) e Catarina Rôlo Salgueiro, Gabriel Gomes, Hugo Leitão, Leonor Buescu, Marco Mendonça, Maria Jorge, Maria Manuel Pinheiro, Mia Tomé, Nuno Fonseca, Rafael Gomes, Tadeu Faustino e Tiago Amado Gomes e os figurantes Ana Carolina Martinho, Beatriz Freitas, Catarina Rodrigues, Daniel Ferreira, Maria Inês Cardoso, Pedro Gil e Soledade Baptista  Encenação, Cenografia e Figurinos Gonçalo Quirino Direcção Musical Daniel Carvalho e Sofia Costa Produção Colégio José Álvaro Vidal - Fundação CEBI Apoio Artistas Unidos, OS POSSESSOS M16

 

 

Achamos que isto é um sonho, mas pode ser outra coisa. Acordamos e temos uma nova vida, ou o sonho continua, porque só somos nós aqui, os novos, e são só nossas as escolhas - só nós sabemos o sentido, a direcção, o programa. Somos o controlo remoto da televisão. E não desligamos. Não podemos destruir um mundo que acaba de nascer.

 

 

GRUPO DE TEATRO DO COLÉGIO JOSÉ ÁLVARO VIDAL formado em 2012 no Colégio José Álvaro  Vidal – Fundação CEBI, para integrar o projecto PANOS - Palcos Novos, Palavras Novas da Culturgest. Apresentaram Às Escuras de Davey Anderson (2013, Teatro Estúdio Ildefonso Valério), Os Anjos Tossem Assim de Sandro William Junqueira (2014, Teatro Estúdio Ildefonso Valério; Culturgest), Só há uma vida e nela quero ter tempo para construir-me e destruir-me de Pablo Fidalgo Lareo (2015, Colégio José Álvaro Vidal; Culturgest).

 

 

 

S.O.S., parece que só se ouve essa palavra, diz o Sérgio Godinho. Há cidades que se desmoronam e muros que se erguem. O homem contra o homem, a informação e o medo. Partindo do teatro como lugar de transmissão e de memória, relembramos nele a nossa adolescência e preparamo-nos para o que aí vem.

OS POSSESSOS

Fotografia © Alípio Padilha