EDUARDO BREDA

Em 2008 concluiu a formação de três anos no curso de interpretação da Academia Contemporânea do Espectáculo (Porto); em 2012, terminou a Licenciatura na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, no curso de Teatro, ramo Actores. Como actor já participou nos seguintes espectáculos: A Morte de um Caixeiro Viajante (enc. Gonçalo Amorim, 2010); Longa Jornada para a Noite (enc. Nuno Cardoso, 2010); Felizmente Há Luar (enc. Cláudio da Silva, 2011); Santa Joana dos Matadouros (enc. Bernard Sobel, 2011); Pleasure Gardens (enc. André Guedes, 2011); Lugar Comum (criação colectiva, 2012); À Vossa Vontade (enc. Álvaro Correia, 2013); Um Inimigo do Povo (enc. Álvaro Correia, 2013); Cyrano de Bergerac (enc. Bruno Bravo, 2014); Edit (enc. Francisco Campos, 2015); Lifless (criação de Eduardo Breda, 2016);  A Inquietude (enc. Francis Seleck, 2016); Tatuagem (enc. Manuel Tur, 2017); NADA (criação de Eduardo Breda, 2017); A Vila ( criação de Eduardo Breda e Maria Leite, 2017); Maioria Absoluta (encenação Gonçalo Amorim 2018). Em 2014 recebe uma bolsa do Centro Nacional de Cultura para realizar e produzir o seu primeiro documentário, intitulado O Retrato. Seguiu-se depois, Boa Alma (2015) e Palácio de Cristal (2016). RealIzou a web-série Os Muralistas (produzido pela After Wall & Dyrup). Já foi responsável pela criação de vídeo para os seguintes espectáculos: A Modéstia (2014); A Batalha de Não Sei o Quê (2015); Tentativas para Matar o Amor (2017); Um dia Uma vida (2018).

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